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Mãe do cantor Compadre Washington morre aos 94 anos

A mãe do cantor baiano Compadre Washington, Maria de Lourdes, faleceu neste domingo (12), aos 94 anos. Segundo informações da assessoria do artista ela morreu em casa, enquanto dormia. 

“Hoje o céu se prepara pra receber a verdadeira estrela da família! Maria de Lourdes, olhai por nós!”, escreveu o cantor do É O Tchan, ao compartilhar uma foto com a mãe nesta tarde, nas redes sociais. A mãe do artista havia sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) há 20 dias.

Compadre Washington está em Curitiba, mas retornará a Salvador para acompanhar o sepultamento da mãe, que ocorrerá nesta segunda-feira (13), às 11h, no Cemitério do Campo Santo.

Cresce na Europa pressão contra produtos brasileiros

De terno e gravata, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segura um gigantesco palito de fósforo aceso e ri, enquanto a floresta queima a fundo. “Boicote Bolsonaro”, diz o título no site de campanha homônima — que até as 20h desta sexta (10) já tinha sido assinada por 384.704 pessoas.

Lançada pela Campact!, a ação pede que supermercados europeus parem de comprar alimentos brasileiros de empresas que “queimam a floresta com a maior crueldade dos últimos dez anos”. “Apenas a pressão econômica ajuda”, diz o texto da campanha, que se dirige nominalmente a grandes redes europeias como Aldi Nord, Edeka e Lidl.

Imagem: Reprodução / Aktion Campact

As companhias não ficam surdas. “Só adquirimos carne fresca do Brasil de matadouros que aderiram ao Acordo sobre Bovinos. Podemos descartar qualquer associação com o desmatamento da Amazônia”, escreve a alemã Aldi Nord em sua Política de Compras de Produtos Animais.

O documento garante também que mercadorias brasileiras vendidas em suas lojas “levam em consideração aspectos sociais como trabalho forçado, direitos dos povos indígenas e proteção das reservas”.

A questão fundiária é a preocupação prioritária de ações europeias recentes, mais especificamente o projeto de lei 2.633/2020, que facilita a regularização fundiária no país, apelidado de “Lei da Grilagem”.

Em maio, 40 grandes empresas europeias de varejo mandaram carta ao Congresso dizendo que deixariam de comprar produtos brasileiros se o texto for aprovado.

Elas afirmam que, ao legalizar a produção privada em terras públicas, a proposta “encoraja mais invasões e incentiva o desflorestamento”.

O projeto de lei motivou também a ação de grandes fundos de pensão e de investimento privado europeus que escreveram para embaixadas na semana passada pedindo uma reunião para tratar do desmatamento e deixando implícito o risco de retirar dinheiro do Brasil.

O volume investido no país por essas entidades, de algumas centenas de milhões de dólares, não é significativo se comparado aos trilhões que elas administram globalmente, mas, como disse em entrevista à Folha Jan Erik Saugestad, principal executivo do fundo norueguês Storebrand, que liderou a ação, “importa mais a ação conjunta de várias companhias, o setor amplo dos fundos atuando na mesma direção”.

Ao menos dois resultados ele já obteve. O primeiro foi uma reação de brasileiros que administram as grandes companhias que recebem esses investimentos dos fundos. Em carta ao vice-presidente Hamilton Mourão, 38 executivos de setores como agronegócio e mineração cobraram medidas concretas para frear o desmatamento e as queimadas.

A segunda conquista de Saugestad foi ter seu grupo “recebido virtualmente” pelo vice-presidente, Hamilton Mourão, numa conversa da qual participaram seis ministros: Braga Netto (Casa Civil), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Tereza Cristina (Agricultura), Fábio Farias (Comunicações), Ricardo Salles (Meio Ambiente) e o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

Da reunião participou também o presidente da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), Sergio Segovia, a quem o governo delegou a responsabilidade de promover uma campanha para reverter os danos à imagem do Brasil e de sua política ambiental na Europa.

Já faz muito tempo, porém, que o risco ambiental deixou de ser uma questão de comunicação. Os investidores, assim como os consumidores da campanha de boicote a supermercados e os eurodeputados que escreveram ao Congresso brasileiro, querem mais do que palavras e têm exigências específicas.

Além do PL 2.633/20, eles querem barrar a proposta de alterar o sistema de licenciamento ambiental (PL 3.729 / 2004) e a que trata de pesquisa e extração de recursos em terras indígenas (PL 191/2020).

A pauta ambientalista vem amadurecendo há anos na União Europeia e mobiliza hoje uma parcela considerável de consumidores — e, em alguns países, de eleitores.

O partido Verde alemão já está estruturado há décadas, e os de outros países, embora não tenham o mesmo peso, já chegaram ao governo na Áustria (em coligação com os conservadores), têm um bloco próprio no Parlamento Europeu e conseguiram um sucesso suficiente nas eleições municipais da França para incomodar o presidente Emmanuel Macron, que declarou prioritários temas de sustentabilidade.

Mais do que uma expansão ideológica, sustentabilidade na União Europeia significa política pública e regulamentação, com efeitos práticos na produção agrícola e industrial, nas decisões de investimento e na distribuição de verbas públicas.

O chamado Green Deal, um conjunto de ações estratégicas para tornar a economia europeia menos agressiva ao clima e à biodiversidade lançado no final do ano passado, deve ser ainda mais reforçado após a pandemia de coronavírus.” Reconstrução sustentável” é o lema da Comissão Europeia e do Conselho da UE, agora presidido pela chanceler alemã, Angela Merkel.

Na prática, isso quer dizer que, se o bloco vai levantar empréstimos para impulsionar a economia após a crise da Covid-19, não há melhor oportunidade para acelerar a transição para energias mais limpas, neutralidade na emissão de gás carbônico e processos que protejam o ambiente.

A estratégia impulsiona a regulação pública — criando limites mais restritos para o uso de químicos, por exemplo — e privada — como a que impede que os fundos de investimento coloquem recursos em atividades que agridem o meio ambiente.

“O verde é o novo preto”, dizem analistas de negócios, colocando em alta as reurbanizações e construção de ciclovias, as reformas para melhorar o isolamento térmico de casas antigas, veículos elétricos, digitalização que economize deslocamentos, agricultura orgânica, redução de resíduos e outras atividades correlatas.

Ludmilla é internada após problemas na prótese de silicone; cantora passa bem

A cantora Ludmilla está internada no Hospital São Luiz, em São Paulo, para tratar de problemas com sua prótese de silicone. Segundo relatado pela assessoria de imprensa da artista, ela precisou fazer uma cirurgia, mas passa bem e logo deve receber alta médica.

A última aparição de Ludmilla nas redes sociais ocorreu nesta madrugada, quando ela compartilhou vídeos assistindo à transmissão ao vivo da cantora Inês Brasil.

A informação da cirurgia foi divulgada pela coluna de Léo Dias, no portal Metrópoles, que confirmou com a equipe dela. De acordo com a publicação, Ludmilla está passando a quarentena em São Paulo, onde alugou uma casa.

Com bloqueio sanitário, Buraquinho e Pitangueiras recebem testagem rápida da Covid-19

As primeiras pessoas chegaram cedo à escola municipal Jovina Moreira Rosa, em Buraquinho, para realizarem o teste que identifica pacientes positivos da Covid-19 em apenas 15 minutos. A ação sanitária, realizada pela Prefeitura, seguiu durante todo a quarta-feira (8) em Buraquinho, e quinta-feira (9) em Pitangueiras, e ofereceu além do exame, consultas médicas e orientações para prevenção da doença. 

Sentados, respeitando o afastamento seguro, enquanto aguardavam serem chamados, os mais de 80 moradores de Buraquinho que estiveram na escola receberam orientações da prefeita Moema Gramacho. “Nós estamos percorrendo todos os bairros levando a testagem em massa para termos a dimensão exata da contaminação em cada local. Já estamos chegando no final com a aferição de quase todos os bairros. Falta fazer a testagem em Barro Duro e Jardim Castelhão”, informou.

De acordo com a gestora, a partir desses resultados a Prefeitura terá condições de analisar e estabelecer protocolos para flexibilização das medidas de proteção, como a reabertura do comércio, por exemplo. “Apesar disso reafirmamos que enquanto ainda não temos a vacina, somente o afastamento social é eficaz para reduzir a curva de contaminação”, destacou. Das 85 pessoas testadas em Buraquinho, 13 receberam diagnóstico positivo. 

O último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde nesta quinta-feira, informa que Buraquinho tem 159 pessoas com a doença, e Pitangueiras 55. Em Vilas do Atlântico, também incluída nas medidas de restrição de circulação, 95 pessoas testaram positivo para a Covid 19.

As ações que acompanham as medidas de restrição, com apoio de seis secretarias, Guarda Municipal e Polícia Militar, também realizou bloqueios e fiscalização de uso da máscara e do cumprimento das regras estabelecidas em decretos para o funcionamento dos serviços essenciais.

Homens cortam arames de proteção e jogam pacotes de droga dentro de presídio em Salvador

Três homens cortaram os arames de proteção do Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador, e arremessaram 2 kg de maconha, 10 gramas de cocaína e um carregador de celular para dentro do presídio, na madrugada de quinta-feira (9).

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA), o trio tentou acesso à cadeia através de uma região de mata, para jogar a droga para dentro da unidade prisional. A ação foi percebida por equipes do Batalhão de Guardas (BG) da Polícia Militar, que apreendeu o material. Os suspeitos conseguiram fugir.

A SSP informou que a madrugada é o período em que os criminosos mais praticam crimes como este e, por isso, a guarda do presídio foi reforçada, através do aumento do agentes nas guaritas e o uso de patrulhamento em motos por toda a região.