Com valores escalonados, governo estuda pagar mais três parcelas do auxílio emergencial
O governo federal estuda pagar mais três parcelas do auxílio emergencial, agora com valores escalonados, para continuar amparando as famílias em situação de vulnerabilidade durante a crise econômica. A informação foi divulgada por fontes do Palácio do Planalto, que confirmaram a análise de uma nova prorrogação do benefício.
O auxílio emergencial foi instituído em 2020 como resposta à pandemia de Covid-19, garantindo renda mínima a trabalhadores informais, desempregados, mães chefes de família e outras camadas da população. Desde então, o programa passou por diversas fases, com valores variando entre R$ 150 e R$ 1.200, dependendo do perfil do beneficiário.
Segundo as negociações em curso, a proposta prevê o pagamento de mais três parcelas, mas com valores reduzidos de forma escalonada. A ideia é que o benefício diminua gradativamente até o encerramento do programa, evitando um corte abrupto que poderia agravar a situação das famílias mais pobres.
A equipe econômica ainda analisa o impacto fiscal da medida, já que a prorrogação representa um custo adicional para a União. O governo busca um equilíbrio entre a necessidade de amparo social e a responsabilidade fiscal, em um momento de ajuste das contas públicas.
Não há ainda uma data definida para o anúncio oficial, mas as tratativas devem avançar nas próximas semanas, com possibilidade de publicação de uma medida provisória ou decreto.
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