A primeira-dama, Michelle Bolsonaro, testou positivo para a Covid-19 em 30 de julho de 2020. O anúncio foi feito pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência, que informou que ela estava em bom estado de saúde e cumprindo isolamento domiciliar no Palácio da Alvorada.
Na ocasião, Michelle apresentava sintomas leves, como febre e dores no corpo, sendo acompanhada pela equipe médica presidencial. O presidente Jair Bolsonaro, que havia se recuperado da doença no início do mesmo mês, testou negativo para o coronavírus e seguiu com sua agenda de trabalho normalmente, adotando cuidados preventivos.
O caso ocorreu em meio ao agravamento da pandemia no Brasil, que já havia ultrapassado a marca de 2,5 milhões de casos confirmados e 90 mil mortes. A notícia gerou ampla repercussão nas redes sociais, com desejos de pronta recuperação, mas também críticas à condução do governo federal no combate à crise sanitária.
Segundo informações oficiais, a primeira-dama foi medicada com cloroquina, medicamento defendido pelo presidente, mas sem eficácia comprovada cientificamente para o tratamento da Covid-19, conforme apontavam a OMS e diversos estudos médicos da época.
Após o período de isolamento e quarentena, Michelle Bolsonaro se recuperou totalmente da doença e retomou suas atividades como embaixadora do programa "Pátria Voluntária". Seu diagnóstico positivo permanece como um dos episódios emblemáticos da pandemia no Brasil, destacando como o vírus atingiu todas as esferas da sociedade, inclusive o centro do poder político.