Preço final de bebidas frias deve subir cerca de 5% a partir de maio

A partir de maio, o consumidor brasileiro deve enfrentar um aumento médio de 5% no preço final das bebidas frias. A previsão é de especialistas do setor, que apontam o reajuste de impostos federais e estaduais como principal causa. A alta deverá atingir principalmente cervejas, refrigerantes, sucos prontos e energéticos.

O aumento decorre de alterações nas alíquotas do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) e do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). O governo federal vem promovendo ajustes tributários como parte do esforço para equilibrar as contas públicas. Estados também revisaram o ICMS sobre bebidas, contribuindo para o incremento no valor final.

Bares e restaurantes, que dependem fortemente da venda de bebidas frias, devem sentir o impacto imediatamente. Muitos estabelecimentos já estudam repassar o aumento ao consumidor final ou ajustar suas margens de lucro.

O reajuste ocorre em um momento de recuperação do setor de alimentos e bebidas após a pandemia. A expectativa é que o consumo de bebidas frias sofra uma leve queda nos meses seguintes ao aumento.

Especialistas recomendam que os consumidores fiquem atentos aos preços e busquem alternativas, como comprar em atacado ou escolher produtos substitutos. A pesquisa entre diferentes marcas pode ajudar a minimizar o impacto no orçamento. Mais orientações podem ser encontradas na categoria Utilidade Pública.

A Rádio Panorama FM 87,9 continuará acompanhando o tema e trará novas informações sobre o reajuste das bebidas frias. Acompanhe também na categoria Economia.