Prova de vida do INSS volta a ser exigida em 2022
A obrigatoriedade da prova de vida para aposentados, pensionistas e demais beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foi retomada em 2022, após ter sido suspensa temporariamente durante a pandemia de Covid-19. A medida visa comprovar que o beneficiário está vivo e evitar fraudes no sistema previdenciário.
O que é a prova de vida? É um procedimento anual obrigatório para manter o recebimento de benefícios como aposentadoria, pensão por morte, auxílio-doença e Benefício de Prestação Continuada (BPC). O beneficiário precisa comprovar que está vivo dentro do período estipulado pelo INSS.
Como realizar a prova de vida em 2022
A partir de 2022, a prova de vida voltou a ser exigida normalmente. O beneficiário pode realizar o procedimento de forma presencial nas agências bancárias onde recebe o benefício, ou pelo aplicativo Meu INSS (disponível para Android e iOS), utilizando o reconhecimento biométrico facial. Também é possível comparecer a uma agência da Previdência Social, mas é recomendável agendar o atendimento pelo telefone 135 ou pelo site Meu INSS.
Documentos necessários
No momento da prova de vida, é necessário portar um documento de identificação oficial com foto (RG, CNH, passaporte ou carteira de trabalho) e o CPF. Em alguns casos, pode ser solicitado o comprovante de residência. Recomenda-se confirmar com o banco ou a agência do INSS a lista exata de documentos antes do comparecimento.
Prazo e cuidados
O prazo para realizar a prova de vida é de até 10 meses após o mês de aniversário do beneficiário. Quem não fizer o procedimento dentro do prazo pode ter o benefício suspenso ou bloqueado até regularizar a situação. O INSS orienta que o beneficiário fique atento às notificações oficiais e evite golpes: a prova de vida é gratuita e não requer pagamento de taxas ou intermediários.
Com a retomada da exigência em 2022, é fundamental que os beneficiários do INSS mantenham seus dados cadastrais atualizados e realizem a prova de vida dentro do período correto, garantindo a continuidade do recebimento dos benefícios.
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