Corregedor da PM nega execução de homem em hospital: “Foi socorrido, mas não resistiu”
A Corregedoria da Polícia Militar negou que tenha havido execução durante uma ocorrência policial que resultou na morte de um homem em um hospital na região de Lauro de Freitas. Em nota oficial, o corregedor afirmou que a vítima foi socorrida pela guarnição e encaminhada para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos.
De acordo com as primeiras informações divulgadas, equipes da PM foram acionadas para atender uma ocorrência no final de semana. Durante a ação, um homem ficou ferido e foi levado para uma unidade de saúde. Apesar dos esforços da equipe médica, ele não sobreviveu. A Corregedoria informou que o caso foi registrado e que as circunstâncias estão sendo apuradas.
A Polícia Militar instaurou um procedimento interno para investigar os fatos. Em nota, o órgão afirmou que todos os envolvidos já foram identificados e prestarão depoimento. Imagens de câmeras de segurança da região também serão solicitadas para auxiliar nos esclarecimentos. A perícia técnica foi acionada para realizar exames no local e no corpo da vítima.
O corregedor destacou que a PM não compactua com desvios de conduta e que a investigação será conduzida com total transparência. “Não podemos falar em execução sem que haja provas concretas. O que sabemos até agora é que houve uma ocorrência, o homem foi socorrido, mas infelizmente não resistiu”, declarou.
A Ouvidoria da Polícia Militar também acompanha o caso e solicitou agilidade na conclusão do inquérito. A sociedade civil e familiares da vítima aguardam respostas. A PM reforçou que está à disposição para prestar esclarecimentos e que o procedimento seguirá os trâmites legais.
Casos de morte durante intervenção policial são rotineiramente investigados pela Corregedoria. A Polícia Militar da Bahia tem reforçado seu compromisso com a transparência e o respeito aos direitos humanos. Em situações como esta, a apuração rigorosa é essencial para garantir a justiça e a confiança da população na instituição.
A população de Lauro de Freitas acompanha o desenrolar do caso com atenção. A Polícia Militar mantém canal aberto para denúncias e informações que possam contribuir com as investigações.
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